Boa-vista, a dele…

Imbicto leitor,

Muito é escrito, após as partidas, na Bluegosfera. Muito e de qualidade. Portanto, passarei a fazer breves considerandos às partidas – salvo uma ou outra excepção.

Ontem, jogaram os clubes mais representativos da Imbicta Cidade; uma vez mais.

Uma junção de factores tornou a partida num momento preocupante. Vejamos…

  1. O FC Porto vinha de uma vitória confortável contra um Boavista em pleno, paulatinamente a cair nas malhas da contrariedade das lesões e da impossibilidade de respirar mais do que o pulmão permite;
  2. Favas contadas, pensaram eles… Que depois de uns primeiros minutos mais ou menos aceitáveis com um Boavista menos recheado mas bem mais competente, arrumaram a loja após o golo estranho de Brahimi, que alia o seu génio à tosquice de defesas sarrafeiros e equivocados na vocação por confundirem este futebol com o outro;
  3. A lesão de Evandro obrigou a mudar de estratégia – Sanchez que o diga – e lá se tentou reabilitar, de novo, um indivíduo para o qual começa a faltar a minha santa paciência, depois de deitar tudo a perder com uma entrada que só a ele lembraria, na situação de “coitadinho” em que se encontra e que, claro, foi prontamente aproveitada para exacerbar os acontecimentos por parte do apitador de serviços;
  4. O apitador de serviços demonstrou uma clara elegância e uniformidade de critérios, punindo violentamente as equipas por igual (conceito abstracto, diria, mostrando os cartões que havia para mostrar (ainda bem que só tem um de cada cor e que cada um serve para o mesmo efeito…), sempre tendo em conta a “coitaditagem” comezinha (@Miguel Lima – Tomo III) de uma espécie de luta de classes futebolísticas, prontamente equilibrada através da sobejamente conhecida e “achavonada”: discriminação positiva – que faria corar os sofistas;
  5. A equipa tirou o pé – mesmo quando há malta a ver colocar pés onde eles não estão;
  6. Pode ter havido um lance em que Danilo, sem intenção mas com volumetria, desvia a bola com o braço na nossa grande-área… coiso, p´tanto;
  7. Hélton no melhor e no pior, como sempre – e isso é que faz dele um homem tão especial.

Com tudo isto, não posso  deixar de agradecer, uma vez mais e sem ironias, a Rui Barros. Mais do que a orientação, neste momento só consigo pensar em como é que esta malta vai aguentar tanto jogo seguido, depois do que vi, ontem…

Imbicto abraço!

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2 thoughts on “Boa-vista, a dele…

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