Impunidade e silêncios: o regresso à idade da pedra futebolística

Quando achamos que tudo já vimos,

Subvalorizamos escândalos;

Em revolta que oprimimos,

Deambulamos, sonâmbulos.


Assim à pedra voltamos…

Aos preâmbulos…

Sem regra, sobre a regra,

Tornando esta época negra.


Foi aqui que primeiro vi…

Não acreditei…

O 1 de Abril já foi ali…

E ratifiquei:


Será que me embebedei…???

Em brasas a mim me belisquei,

Mas não acordei.

Silenciado quedei…


São provocações atrás de provocações…

São dezenas, centenas, milhões.

Multidões gozando,

Um canal sorrindo com o colo que vai levando.


E são factos!!!

Em memórias de hiatos,

Sujos continuam os pratos.


E de nós?

Silêncio.

Indecente.

Clemente!?

Incompreendentemente

Temo.


E estamos já todos fartos!

Os que amam!

Blogues azuis por atitude clamam!

Tantos ratos…

Tanta hipocrisia dos do costume.

Só lhes dá lume

Verde e rubro queixume…


Quem nos representa!?

A vós, estrutura,

Não vos acuso de outros actos.

Há que distinguir lareiras que fogo-fátuos.


Exige-se atitute em defesa!

Não quero ver no treinador presa

Por vossa ignorada palavra.

Essa boca que se abra!


Que se esqueçam trapalhices federativas!

Pessoais armas de arremesso estendidas

Em mil e uma oportunidades de reagir perdidas.

E assim se riem as damas ofendidas, inimigas…

Portanto, que se oiça o que pensas:

E assim digas,

Pois a isso t´obrigas!!!


Imagem de capa: Bibó Porto, Carago

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2 thoughts on “Impunidade e silêncios: o regresso à idade da pedra futebolística

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