Breves | Parecem bandos de ´papagais´à solta

 

Olh´ó bico que man-d´o pato!

Catita lhe ves-t´o fato;

À lapela reser-v´o cacto,

A ilusão no olhar-dum bruto.


Um bitaite qu´atir´em lança,

A palrar, acusan-do puto,

Sem força, razão-doente;

Contr´à força de ser poluto.


Parecem bandos de ´papagais´ à solta,

Os brutos, os brutos;

São como míldios, ´capitões´ da lata,

Impolutos, os impolutos…


Com faixa encomenDa-Da, já.

O estatuto de cam-peão;

Outro puto que vem de lá,

Coberto d´ausente-razão.


Mas o fato mancha-do vai,

Encarnada man-cha cai.

O chão preto lhe pi-sa´a fé,

Num final à Zé-do Boné.


Parecem bandos de ´papagais´ à solta,

Os brutos, os brutos;

São como míldios, ´capitões´ da lata,

Impolutos, os impolutos…



Poema adaptado d´Os Putos, de Ary dos Santos e Paulo de Carvalho, em homenagem à traquinagem por imediata ou interposta pessoa, encarnada, de bastidor, que tem tomado de assalto a “tranqualidade” desportiva da última semana. Os eminentes e todos os escarlates acabados em ´ente merecem esta dedicatória sincera e singela. Sem maldade, com observância e com a pertinência de uma qualquer carapuça que a alguém sirva em cabeça por demais ´encefalitada´.


imagem: http://1.bp.blogspot.com/-mKPWOpbr69o/Uda6UriwnII/AAAAAAAAAIc/jBO-t4Ll9oE/s1600/IMG_0595.JPG

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