Breves | Frangos à solta

Homem que escancara baliza;

Outra sorte não realiza

Que frangos busca entre postes;

Espaço violado a trotes.


Livre trânsito…

Pertinência infeliz.

Com má figura desdiz

Suor e postura companheira.


E enche com frango, a alheira;

Asneira(s)!!! 

Sempre em favor de encarnada pasmaceira…


Já não é o primeiro…

Já não és o segundo…

Tanto “azar” vagabundo!

Azinheira plantada em canteiro fecundo;

De trapalhada cheia

Como companheira.


Hoje, piteiro, sobremaneira!

Maldito sejas, Goicoechea!!!

Que m´expliquem o fado 

De guarda-redes queimado,

Contra traje encarnado…!


Coincidências…

Dos jornaleiros a pele salva

Em falsas eloquências.

Escritas e catedráticas ciências…


Que um dia desencubra em cabeça calva,

A mentira por eles reescrita, já malva!

Até lá, confiemos no de lá de Barca D´Alva…


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