Anjo Gabriel

Levado sejas, senhor!

Por meu penhor,

Meu sucesso invejas.

Rezas catedrais palavras;

Por capelas, roubos de igrejas.

Caminhos d´andor…


Ao outro roubaste o mote;

Nossa triste sorte

Já de tempos, Calabote.

Dessas mentiras, em lote;

Anjo, viras no pote.


Pote ardente.

Estranho…

Duvidoso,

D´erro tamanho.


As boas novas trazes, Gabriel!

Campeonato, puto,

Que de puta custa a parir…

Fitas em fel

Aquele que daqui,

Mais justo,

Te vê seleccionar a custo

Declarações de lustro;

De Vítor que vemos a partir...


E como espanhol ´no entiendes´,

De boleia apanhas teus compadres.

Que bem manipular sabes…

Vê lá!

Que distraído não te veja em segundo…

Enquanto pensamento trocas,

Profundo,

Com quem alcança tuas baldrocas.


Que destino o nosso…

Levar com ruim gente no bolso.

Este sim!

De roer doce osso!


Regressa às nuvens, pobre anjo!

Pois enquanto lá estiveres

Entretido entre colheres,

Mais um campeonato manjo…


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