“Ai, não me toques!”

Pardo

Competição.

Nela cabem modalidades;

Rivalidades

Dependentes de um senão:

Relativa avaliação!


O que define um toque?

Choque?

Cacete?

Quando a nós oposto sucede,

A nada à crítica impede

Que olhos seus cegue.


Dualidades (in)compreensíveis.

Subjectividades terríveis;

Por cor, conveniência ou dor,

Negam evidências desmentíveis…


Que se repita a merda do lance!

Objectivo, parece ser tosco alcance;

Opinativo a remoer,

Naqueles que a nós verdade julgam ver.


De ontem houve quem Pardo chegasse;

Desse o mote;

Ao gramado se atirasse

E acusasse a remoque!


Que seria de um lance

Se oposição não achasse?

Caminho aberto para que a bola entrasse…

Alex não tinha a bola em chance :

Tocou, isento,

Fitas qu´o outro fez de tormento.


Desalento…

Fingimento!

Para Sérgio mais um lamento!

Pois não sei se por Sporting nome teres ao peito,

Que eu jeito,

Choras cada dia como em último momento.


Reconhece e não chora!

Longe virá a hora

De justiça julgada

A nosso favor,

Sem demora

Ou pendor.


E acredita, Conceição!

Se de tuas lágrimas houvesse vazão,

Piscina certa teria como destino,

O Pardo trambolhão…

Esquece esse fingimento teu,

Esse sim, simulação!

Deixa-te de tretas, choramingão!


* imagem e vídeo: Sapo

http://videos.sapo.pt/jEitf1Z0izevjIiZleDz

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