Virar costa

Costa, de costas me ponho;
Fala agora, para aqui,
Medonho!
Querias era este sonho,
Com´o do golo que meti.

Ainda que sejas verdinho,
Lembras-te do descontinho?
“- Quantas almas não parti?”
Aposto qu´assim pensaste;
Com bilhete na mala levaste
A equipa da reacção.

Remata ao lado o sufixozinho!
De Costa, fixas no focinho
Das más línguas, a má vontade.

De Costinha não dás à costa.
Cala a “posta”!
Deixa que cheire a bosta
E que não fique resposta.

Agora diz-me o que sentes!
Por dentro soubeste o que por fora custa…
Manda na medida justa!

A ti, Deus não castiga.
Mereces pela glória que deste.
Foi destino que nos escolheste,
Tal com´aquele que, com resposta,
Nem dos dez minutos da praxe precisaste…

E inchaste…

Eis que se lhes baixa a haste.

E lembra-te!
Quando vermelho em número nas costas o seis levaste,
Vê o peso que desses milhões ignoraste…

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