Prebisões | o “truco” do xadrez

El turco con truco se esconde,
Debaixo da mesa, mirone,
Finge não se saber onde
Colocar em cheque o visconde.

Hablamos, hermanos, hablamos;
A estratégia surge pensada.
Sem bola, rola no tabuleiro,
Melhor que com alma penada.

Lo siento, amigo, não vi…
Lo juro! Não fingi!
Se cartões ou linhas houvesse,
Não nos traria outra prece.

La mesa tem perna cortada.
Inclina p´ra sul com nortada.
O apito ecoa limpinho;
Olha qu´era uma grande jogada…

Con check preparas o mate;
Empurras o peão com escarlate.
Entre preto, verde e branco confundes
Iludido com velhos costumes.

Iba asi nesse jeito,
Entre cacete, patada no peito.
Sai daí, turco maldito!
Que se não vejo, acredito.

Tu que siempre ganas los jogos,
Me hablas y me incomodas los modos.
No me tomes por asno, cabrón!
Mira que no soy llorón.

Ahora entiendo tu lengua,
En portuñol sigo hablando.
No hay razón que lo sobre
Para quién tanta mierda encobre!

Talvez haja joguinho,
Talvez desta vez eu ganhe.
Enquanto o turco se esconde,
Quizas en la proxima te apanhe…

Chega ao fim o minuto noventa,
Que três descontos inventa.
Eis que da toca sai o turco,
Não chegou para a encomenda.

Sem um, talvez fiquemos…
Por três talvez ganhemos.
Não há turco que ganhe,
Quando tão antes abre champagne.
Assim será o xadrez.
O jogo do esperto em alerta.
Não há esperteza ou maleita!
Qu´a táctica não resolva de vez.

E assim, cá cantam mais três,
Em segunda que para cima espreita…

Como é belo o futebolês…

Disléxico, talvez…

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