Crónicas | Desde ali, para lá de Basileia

Desd´ali, junto do Norte.
Esperando melhor sorte
Que d´oitenta e quatro houve.
Louve!
O bem-aventurado
Que acreditou;
Jogou, suou.
Esqueceu e reviu
Aquilo que outrem usurpar ensaiou…

Escondeu.
Nos cartões outras cores viu.
Mas quando os exibiu,
Nas do hábito se fiou.
P´ra lá da Mancha.
Canal, represa.
De futebol, avalancha.

Ganhámos!
Lembrámos
O sagrado escudo no cachecol.
Belo foi.
Feio tentou ser feito.
Ensaiou.
Nas entradas não encontrou
Defeito
Que a bela da jogada olvidou.

Acabou…
Basileia voltou.
A mesma sorte não firmou.
Ainda…
A noventa minutos d´epílogo.
Certo é qu´o Dragão retornou.
Desde cá, para lá do Norte.
Não deu ontem destino à sorte.
“Contra tudo, contra todos e contra os tolos”,
Não há desbaste que nos corte.

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